13 de setembro de 2010

"A arte de envelhecer"

A ARTE DE ENVELHECER


Em nossa vida há um constante aprender.
Desde crianças nós somos ensinados,
Sendo a arte de envelhecer,
O último dos aprendizados.

Muitos, tal ensinamento, reluta.
Creditam à própria idade seu conhecimento.
Tornando suas verdades como absolutas,
Estando aí, a maioria do erro no envelhecimento.

Necessitamos manter a humildade,
Para continuarmos aprendendo.
A experiência é um processo de continuidade,
De mente aberta colecionamos adendos.

Assim mantemos bons relacionamentos.
Sem nos tornar arrogantes, chatos e ranzinzas.
Fazendo do convívio, troca de experimentos
E prazer ao compartilhar as idas e vindas.

Amigos, filhos e netos,
Precisam sentir o contentamento.
Quando estiverem por perto,
Em simples conduta e comportamento.

A arte é um conjunto de regras ou tratado,
Requerendo, humildade, amor, paz e união
Envelhecer é ciência ao capacitado,
Para com habilidade atingirmos a perfeição.


Antônio de Pádua Elias de Sousa
13/09/10

7 de setembro de 2010

"Virgínia"

“VIRGÍNIA”

É a primeira do clã,
Confesso que sou seu fã.
Veio em 87, no 7 de Setembro,
Uma grande surpresa, me lembro.

Não tínhamos a experiência,
Foi necessário muita paciência.
Mas uma enorme vitória,
Início de pais, nossa história.

Minha miss esta criança,
Que nos encheu de esperança.
De nos formar em família,
Eis a nossa filha.

Meu amor eu lhe dou,
Do jeito rude que sou.
De volta, recebo contente,
Ela é o orgulho da gente.

Amiga, companheira amorosa,
Faz da vida música e prosa.
Na benção Divina, valido a alínea,
À filha “Virgínia”.


Antônio de Pádua Elias de Sousa
07/07/07

2 de setembro de 2010

"O Amor"

“O AMOR”

Ah! O amor, eis a questão!
Quando nasce, de onde vem,
sua forma, quanto tempo,
tem limite e para quem?

São diversos sentimentos.
Propriedade única dos humanos.
Mesmo palavra masculina,
sua origem é uterina.

Nasce do peito que amamenta,
no colo que acalenta.
Sendo firme, nas mãos que segura,
Demonstrando exemplo e ternura.

Espalha-se filial, fraternal e amigavelmente.
Somando-se e multiplicando-se.
Longo a cada um e a cada qual.
De formas diferentes, mas especial.

Renasce e intensifica, na união de corações.
Nunca comparável, se apenas genital.
Permitindo exageradas emoções.
Encontrando seu limite, a própria vida.

Ah! O amor...


Antônio de Pádua Elias de Sousa
29/09/08