SILHUETA
Com a discrição de um olhar indiscreto,
Sem, contudo, poder chegar perto.
Pude ver com emoção,
A sombra de seu corpo em revelação.
A beleza de uma mulher menina,
Desenhando a parte feminina.
À mostra através de um box embaçado,
Sentindo o perigo do instinto ameaçado.
Muito difícil manter a postura,
Diante daquela conjuntura.
Confesso toda minha pequenez,
Mas é preciso manter a lucidez.
Fica então aqui em segredo,
É prudente ter medo.
Vou esperar pelo amanhã,
Quem sabe, age com a mente sã.
Bela silhueta não sai da lembrança,
Mas alimento ainda a esperança.
De que possas trazer-me a felicidade,
Na paixão de sua intimidade.
Mulher, a grande formosura,
Talhada como escultura.
A nudez com amor, sem pecado é rima,
Sendo de Deus a obra-prima.
Antônio de Pádua Elias de Sousa
13/07/10
2 de abril de 2011
1 de fevereiro de 2011
"A CASA DA GENTE"
"A CASA DA GENTE"
Gosto muito de passear e viajar
Aos parentes e amigos visitar
Colocar as notícias e novidades no presente
Mas lugar bão, é a casa da gente
Não dispenso nenhum rodeio
Tem touro bravo, cavalo forte tô no meio
Mulher loura, negra e morena contente
Mas lugar bão, é a casa da gente
Pra alegrar tem cachaça e tem cerveja
Tem que ter dança, arrasta pé então veja
Uma tem que ser gelada e outra quente
Mas lugar bão, é a casa da gente
Na pescaria muita isca pra buscar o peixe
O grande eu trago, o pequeno peço que deixe
Tem de tudo, até mentira diferente
Mas lugar bão, é a casa da gente
As vezes tem campo, tem futebol
Com a galera me divirto na hora do gol
Sou Atleticano mais que doente
Mas lugar bão, é a casa da gente
Domingo na missa oro, rezo e o padre é meu amigo
Levo também toda a família comigo
Agradeço à Deus lá e constantemente
Pois é mesmo um lugar bão, a casa da gente.
Antônio de Pádua Elias de Sousa
07/09/01
Formiga – MG
Gosto muito de passear e viajar
Aos parentes e amigos visitar
Colocar as notícias e novidades no presente
Mas lugar bão, é a casa da gente
Não dispenso nenhum rodeio
Tem touro bravo, cavalo forte tô no meio
Mulher loura, negra e morena contente
Mas lugar bão, é a casa da gente
Pra alegrar tem cachaça e tem cerveja
Tem que ter dança, arrasta pé então veja
Uma tem que ser gelada e outra quente
Mas lugar bão, é a casa da gente
Na pescaria muita isca pra buscar o peixe
O grande eu trago, o pequeno peço que deixe
Tem de tudo, até mentira diferente
Mas lugar bão, é a casa da gente
As vezes tem campo, tem futebol
Com a galera me divirto na hora do gol
Sou Atleticano mais que doente
Mas lugar bão, é a casa da gente
Domingo na missa oro, rezo e o padre é meu amigo
Levo também toda a família comigo
Agradeço à Deus lá e constantemente
Pois é mesmo um lugar bão, a casa da gente.
Antônio de Pádua Elias de Sousa
07/09/01
Formiga – MG
23 de janeiro de 2011
"Medos"...
"MEDOS"
Quando hoje eu acordei,
Senti uma sensação ruim,
Talvez pelas notícias que escutei,
Criando medos em mim.
Medo de sair pra trabalhar
E com o desemprego encontrar.
Medo de uma viagem fazer,
Podendo o terrorismo acontecer.
Medo de cumprimentar gentilmente,
Já não conheço esta gente.
Medo de dar um abraço amigo,
Será que não existe perigo?
Medo de mandar os filhos pra escola,
Seqüestro e as drogas que as vezes rola.
Medo de a mulher, sozinha sair
E num assalto cair.
Medo de não mais saber votar,
Em quem devo confiar?
Medo de adoecer,
O hospital vai me atender?
Como pode a convivência?
Com tanta violência!
Estes medos estão demais,
Precisamos viver em paz!
Percebi que eles, não são só meus,
São também os seus
E que, a nós do planeta consomem,
Tendo a culpa, o próprio homem.
Então, com fé devemos rezar,
Esperando a hora Dele voltar
E a todos, de novo ensinar,
Que a solução destes medos, é amar.
Antônio de Pádua Elias de Sousa
29/10/03
Quando hoje eu acordei,
Senti uma sensação ruim,
Talvez pelas notícias que escutei,
Criando medos em mim.
Medo de sair pra trabalhar
E com o desemprego encontrar.
Medo de uma viagem fazer,
Podendo o terrorismo acontecer.
Medo de cumprimentar gentilmente,
Já não conheço esta gente.
Medo de dar um abraço amigo,
Será que não existe perigo?
Medo de mandar os filhos pra escola,
Seqüestro e as drogas que as vezes rola.
Medo de a mulher, sozinha sair
E num assalto cair.
Medo de não mais saber votar,
Em quem devo confiar?
Medo de adoecer,
O hospital vai me atender?
Como pode a convivência?
Com tanta violência!
Estes medos estão demais,
Precisamos viver em paz!
Percebi que eles, não são só meus,
São também os seus
E que, a nós do planeta consomem,
Tendo a culpa, o próprio homem.
Então, com fé devemos rezar,
Esperando a hora Dele voltar
E a todos, de novo ensinar,
Que a solução destes medos, é amar.
Antônio de Pádua Elias de Sousa
29/10/03
1 de janeiro de 2011
"A ordem do dia"
"A ORDEM DO DIA"
“Amor com amor se deve pagar”,
Diz o ditado popular.
Permitam-me, mas vou mais além,
Outros sentimentos, somente o amor, paga também.
O ódio que gera a vingança.
É pelo amor que existe a esperança.
Fé, confiança e compaixão,
Acreditar na possível renovação,
Em frente a uma traição, seja qual for,
Ferimento de sofrimento e dor.
Pare, analise, olhe e pense,
Com o tempo, o amor, perdoar lhe convence.
Na violência, tráfico e vícios,
Estando a beira de precipícios,
Ou mesmo de hospícios,
É o amor que resgata os benefícios.
Diante a incredulidade,
Misericórdia, paz e piedade.
A paciência do amor,
Faz florescer seu valor.
“Ame uns aos outros” é lei,
Que nos ensinou um Rei.
Gesto de suprema sabedoria,
Fazendo do amor, a ordem do dia.
Onde reina o amor,
Aí está o nosso Pai Criador,
Luz de eterno brilho,
Iluminando a cada filho.
Revejamos o ditado popular, vos digo,
Eu quero, eu posso e eu consigo.
Buscar no exemplo daquela sabedoria,
Fazendo do amor, a ordem do dia.
Antônio de Pádua Elias de Sousa
07/02/10
“Amor com amor se deve pagar”,
Diz o ditado popular.
Permitam-me, mas vou mais além,
Outros sentimentos, somente o amor, paga também.
O ódio que gera a vingança.
É pelo amor que existe a esperança.
Fé, confiança e compaixão,
Acreditar na possível renovação,
Em frente a uma traição, seja qual for,
Ferimento de sofrimento e dor.
Pare, analise, olhe e pense,
Com o tempo, o amor, perdoar lhe convence.
Na violência, tráfico e vícios,
Estando a beira de precipícios,
Ou mesmo de hospícios,
É o amor que resgata os benefícios.
Diante a incredulidade,
Misericórdia, paz e piedade.
A paciência do amor,
Faz florescer seu valor.
“Ame uns aos outros” é lei,
Que nos ensinou um Rei.
Gesto de suprema sabedoria,
Fazendo do amor, a ordem do dia.
Onde reina o amor,
Aí está o nosso Pai Criador,
Luz de eterno brilho,
Iluminando a cada filho.
Revejamos o ditado popular, vos digo,
Eu quero, eu posso e eu consigo.
Buscar no exemplo daquela sabedoria,
Fazendo do amor, a ordem do dia.
Antônio de Pádua Elias de Sousa
07/02/10
5 de dezembro de 2010
"De repente"
DE REPENTE
De repente,
Paro e começo a pensar,
E logo passo a rascunhar,
Em momentos de inspiração e lucidez
Noutros de insensatez.
Primeiramente uma linha,
Logo depois a segunda,
Aí já emendo a terceira,
De repente está pronta a estrofe,
De alguém que ri ou de outro que sofre.
De repente, um bom tempo pensando,
O passado relembrando,
Analisando o presente
E projetando o futuro.
Sentindo sorrir e chorar, um coração duro.
Lá fora a natureza,
Nas ofertas de sua beleza.
Na mente pai, mãe e irmão,
Também a mulher e os filhos,
De repente, nova geração.
Assim o dia se esvai,
De repente a noite cai,
É que o tempo, não pode parar,
O trabalho, não posso esquecer,
Mas isto, necessito registrar.
Amigo, ouça o que vou dizer,
Se num sonho você acreditar,
Por ele lute e tente,
Pois pode acontecer,
Da morte chegar,
De repente...
Antônio de Pádua Elias de Sousa
17/07/03
De repente,
Paro e começo a pensar,
E logo passo a rascunhar,
Em momentos de inspiração e lucidez
Noutros de insensatez.
Primeiramente uma linha,
Logo depois a segunda,
Aí já emendo a terceira,
De repente está pronta a estrofe,
De alguém que ri ou de outro que sofre.
De repente, um bom tempo pensando,
O passado relembrando,
Analisando o presente
E projetando o futuro.
Sentindo sorrir e chorar, um coração duro.
Lá fora a natureza,
Nas ofertas de sua beleza.
Na mente pai, mãe e irmão,
Também a mulher e os filhos,
De repente, nova geração.
Assim o dia se esvai,
De repente a noite cai,
É que o tempo, não pode parar,
O trabalho, não posso esquecer,
Mas isto, necessito registrar.
Amigo, ouça o que vou dizer,
Se num sonho você acreditar,
Por ele lute e tente,
Pois pode acontecer,
Da morte chegar,
De repente...
Antônio de Pádua Elias de Sousa
17/07/03
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