7 de novembro de 2011

"Quando o amor é pouco"

“Quando o amor é pouco"

Nascemos, crescemos e vivemos,
Aprendendo a ter o amor,
Como base de sustentação,
Para os demais sentimentos e razão.

E nos relacionamos diariamente,
Com várias pessoas, crenças, raças e ideologias.
Interferindo em seu valor diretamente,
Aumentando ou diminuindo a sua magia.

Quando é intenso, que maravilha!
É quase tudo perfeito.
Mas quando o amor é pouco, que armadilha!
Achamos sempre um defeito.

Quando o amor é pouco,
Cale-se.
Ouça mais, falando menos,
Sem discussão, recolha-se.

Quando o amor é pouco,
Seja humilde.
Deixando transparecer a nobreza,
Para uma solução com certeza.

Quando o amor é pouco,
Use o bom senso.
Você é grande e capaz,
De buscar toda forma de paz.

Quando o amor é pouco,
Faça uso do respeito.
Este vai lhe ajudar,
A enxergar seu direito.

Quando o amor é pouco,
Case-se não.
O dinheiro ou sua falta,
Não sustenta a união.

Quando o amor é pouco,
Reaprenda a amar.
Você quer, você pode,
A felicidade encontrar.

Quando o amor é pouco,
Tente, insista,
Jamais desista....

Antônio de Pádua Elias de Sousa
14/06/09

7 de setembro de 2011

"Felicidade"

FELICIDADE

A gente nasce pra ser feliz
Esta é a proposta desde a nossa raíz
E assim temos continuar
Pela felicidade procurar
E quando conseguir
Por quê não repartir?

A situação é tão simples de ser
Depende só de você mesmo, senão veja
Está em seu interior, no seu saber
Vá em frente, quer ser, então seja

A felicidade não tem tempo nem mesmo idade
É só transformar em realidade
Quando você souber aproveitar
A oportunidade que a vida lhe apresentar

Não está em ninguém
Mas é bom ter alguém
Pois o amor e paz só fazem o bem
À todos que os tem

E assim temos que continuar
Pela felicidade procurar
E quando conseguir
Por quê não repartir?

Antônio de Pádua Elias de Sousa
19/08/03

5 de agosto de 2011

"Liberdade"

LIBERDADE

É muito bom,
É bom demais,
Ter o poder,
De fazer ou não,
O que se gosta,
O que se quer,
Sentir-se à vontade,
Para ir e vir,
À isso chamam,
De liberdade.

Todos têm,
Este direito,
É só saber,
Como dele usar.
Sem mal algum,
Ou mesmo danos,
À outros causar,
De ser ou ter,
A própria vontade,
Isto é,
Tua liberdade.

Poder escolher,
A quem amar,
Também no caso,
De perdoar
E o seu destino,
Saber traçar.
Preço pra ela,
Não existe não,
Mas é de graça,
Em sua mente
E coração.
Com muita paz,
A tal felicidade,
Assim se faz,
Mantendo sempre,
A liberdade.

Antônio de Pádua Elias de Sousa
11/11/03

7 de maio de 2011

"Sinais"

SINAIS

“Minhas palavras não passarão, mas sim céus e terras”.
Atentos, pois fiquem todos que crêem.
Testemunho de Rei é verdadeiramente verdadeiro.
Existirão muitos que virão em seu nome, não credes.
Um somente é o Cristo, filho de Deus.
Sinais nos serão apresentados de variadas formas.

Vinde, vereis e acrediteis.
Isso, no entanto, não será o fim!
Nação contra nação, reino contra reino se levantarão.
Terremotos, escassez, ódios, traições, dores
E aflições onde até o amor se esfriará por causa de falsos profetas.

Essas coisas nunca ocorreram e jamais se repetirão!

Quando então será o fim? Fica a pergunta:
Um só tem a resposta! Sendo Ele o Pai.
Assim nos cabendo apenas a fé.
Tentados serão também inclusive os escolhidos.
Resta-nos, portanto, mantermos vigilantes.
Observando os sinais no céu, onde nas nuvens veremos o Filho do Homem em sua Glória!

Amem,
Amém.

Antônio de Pádua Elias de Sousa
13/01/10

2 de abril de 2011

"Silhueta"

SILHUETA

Com a discrição de um olhar indiscreto,
Sem, contudo, poder chegar perto.
Pude ver com emoção,
A sombra de seu corpo em revelação.

A beleza de uma mulher menina,
Desenhando a parte feminina.
À mostra através de um box embaçado,
Sentindo o perigo do instinto ameaçado.

Muito difícil manter a postura,
Diante daquela conjuntura.
Confesso toda minha pequenez,
Mas é preciso manter a lucidez.

Fica então aqui em segredo,
É prudente ter medo.
Vou esperar pelo amanhã,
Quem sabe, age com a mente sã.

Bela silhueta não sai da lembrança,
Mas alimento ainda a esperança.
De que possas trazer-me a felicidade,
Na paixão de sua intimidade.

Mulher, a grande formosura,
Talhada como escultura.
A nudez com amor, sem pecado é rima,
Sendo de Deus a obra-prima.


Antônio de Pádua Elias de Sousa
13/07/10