FOLHA DE PAPEL
Pensei hoje por você procurar
Mas resolvi que era melhor escrever
Já que não quer mais me ver
Peguei então tinta e pincel
E registrei aqui o meu modo de te amar
Nesta folha de papel
Fácil não foi tenha certeza
Dor rasgando o peito
Em solidão e tristeza
Olhe pra este sujeito
Como em banco de réu
Rabiscando esta folha de papel
Por estar magoado
Estão me deixando de lado
Já não encontro um amigo
Até parece castigo
Perdi também minha espora e chapéu
Mas ainda tenho a folha de papel
Faço então por companheiro
Aquele velho e bom mensageiro
Que agora vou chamar
Com a firmeza de um bravo coronel
Mandarei que vá lhe entregar
Esta folha de papel
No rosto uma lágrima rola
Busco envelope e cola
Aqui eu ti peço perdão
Abrindo o meu coração
Espero que traga de volta meu céu
Esta folha de papel
Antônio de Pádua Elias de Sousa
14/06/03
7 de fevereiro de 2012
9 de janeiro de 2012
"Nunca pedir desculpas"
“NUNCA PEDIR DESCULPAS”
As pessoas nascem...
Ouvem, falam e crescem.
De quase tudo, um pouco aprendem
E com outras pessoas convivem.
Em seus ensinamentos é uma luta.
Assimilam mais o falar,
Em detrimento ao ouvir.
Transformando num erro de conduta.
Pois assim se originam as ofensas,
Mentiras, mágoas, humilhações,
Os insultos, desaforos, desrespeitos e palavrões.
Atos impensados, gerando agressões.
Experiências neste sentido,
Todos os dias nós temos,
Mas continuamos aí insistindo,
No erro permanecemos.
Viver de modo a nunca pedir desculpas é utopia.
Mas percebam que ideal seria.
Tenham isto como certeza,
Se fossemos dotados de humildade e nobreza.
Logo para não se arrepender
E muito menos, remorso ter.
Já que nunca impossível será,
Mudemos nossa postura agora.
O conselho é perdoar sempre...
E vejas e revejas seu modo de agir,
Para que tenhas durante a vida,
O mínimo de desculpas pedir.
Antônio de Pádua Elias de Sousa
22/12/08
As pessoas nascem...
Ouvem, falam e crescem.
De quase tudo, um pouco aprendem
E com outras pessoas convivem.
Em seus ensinamentos é uma luta.
Assimilam mais o falar,
Em detrimento ao ouvir.
Transformando num erro de conduta.
Pois assim se originam as ofensas,
Mentiras, mágoas, humilhações,
Os insultos, desaforos, desrespeitos e palavrões.
Atos impensados, gerando agressões.
Experiências neste sentido,
Todos os dias nós temos,
Mas continuamos aí insistindo,
No erro permanecemos.
Viver de modo a nunca pedir desculpas é utopia.
Mas percebam que ideal seria.
Tenham isto como certeza,
Se fossemos dotados de humildade e nobreza.
Logo para não se arrepender
E muito menos, remorso ter.
Já que nunca impossível será,
Mudemos nossa postura agora.
O conselho é perdoar sempre...
E vejas e revejas seu modo de agir,
Para que tenhas durante a vida,
O mínimo de desculpas pedir.
Antônio de Pádua Elias de Sousa
22/12/08
7 de dezembro de 2011
"SENTIMENTOS"
SENTIMENTOS
A vida me ensinou,
Não mexer e muito menos brincar,
Com os sentimentos alheios.
A história conta que a muitos castigou.
Independente do tempo ou lugar.
Em sacrifício de vários meios.
Ódio, paixão ou amor.
Tristeza e felicidade.
Pois não temos como medir a reação.
Que oscila entre alegria e a dor.
Sendo pequena a nossa capacidade,
De entendermos a nossa própria razão.
Parece filosofia inútil e insana.
Mas analise seus atos com cuidado.
Pensando em seus detalhes ao máximo.
Pois é muito complexa a mente humana.
Pra não ofender nem deixar magoado.
Aquele a quem chama de próximo.
Isso não é um conselho.
Até porque não sou capacitado.
Falo por mim neste momento.
Hoje me interagi com espelho.
Vendo um ser cheio e esvaziado.
Dotado de qualquer sentimento.
Antônio de Pádua Elias de Sousa
21/07/10
A vida me ensinou,
Não mexer e muito menos brincar,
Com os sentimentos alheios.
A história conta que a muitos castigou.
Independente do tempo ou lugar.
Em sacrifício de vários meios.
Ódio, paixão ou amor.
Tristeza e felicidade.
Pois não temos como medir a reação.
Que oscila entre alegria e a dor.
Sendo pequena a nossa capacidade,
De entendermos a nossa própria razão.
Parece filosofia inútil e insana.
Mas analise seus atos com cuidado.
Pensando em seus detalhes ao máximo.
Pois é muito complexa a mente humana.
Pra não ofender nem deixar magoado.
Aquele a quem chama de próximo.
Isso não é um conselho.
Até porque não sou capacitado.
Falo por mim neste momento.
Hoje me interagi com espelho.
Vendo um ser cheio e esvaziado.
Dotado de qualquer sentimento.
Antônio de Pádua Elias de Sousa
21/07/10
7 de novembro de 2011
"Quando o amor é pouco"
“Quando o amor é pouco"
Nascemos, crescemos e vivemos,
Aprendendo a ter o amor,
Como base de sustentação,
Para os demais sentimentos e razão.
E nos relacionamos diariamente,
Com várias pessoas, crenças, raças e ideologias.
Interferindo em seu valor diretamente,
Aumentando ou diminuindo a sua magia.
Quando é intenso, que maravilha!
É quase tudo perfeito.
Mas quando o amor é pouco, que armadilha!
Achamos sempre um defeito.
Quando o amor é pouco,
Cale-se.
Ouça mais, falando menos,
Sem discussão, recolha-se.
Quando o amor é pouco,
Seja humilde.
Deixando transparecer a nobreza,
Para uma solução com certeza.
Quando o amor é pouco,
Use o bom senso.
Você é grande e capaz,
De buscar toda forma de paz.
Quando o amor é pouco,
Faça uso do respeito.
Este vai lhe ajudar,
A enxergar seu direito.
Quando o amor é pouco,
Case-se não.
O dinheiro ou sua falta,
Não sustenta a união.
Quando o amor é pouco,
Reaprenda a amar.
Você quer, você pode,
A felicidade encontrar.
Quando o amor é pouco,
Tente, insista,
Jamais desista....
Antônio de Pádua Elias de Sousa
14/06/09
Nascemos, crescemos e vivemos,
Aprendendo a ter o amor,
Como base de sustentação,
Para os demais sentimentos e razão.
E nos relacionamos diariamente,
Com várias pessoas, crenças, raças e ideologias.
Interferindo em seu valor diretamente,
Aumentando ou diminuindo a sua magia.
Quando é intenso, que maravilha!
É quase tudo perfeito.
Mas quando o amor é pouco, que armadilha!
Achamos sempre um defeito.
Quando o amor é pouco,
Cale-se.
Ouça mais, falando menos,
Sem discussão, recolha-se.
Quando o amor é pouco,
Seja humilde.
Deixando transparecer a nobreza,
Para uma solução com certeza.
Quando o amor é pouco,
Use o bom senso.
Você é grande e capaz,
De buscar toda forma de paz.
Quando o amor é pouco,
Faça uso do respeito.
Este vai lhe ajudar,
A enxergar seu direito.
Quando o amor é pouco,
Case-se não.
O dinheiro ou sua falta,
Não sustenta a união.
Quando o amor é pouco,
Reaprenda a amar.
Você quer, você pode,
A felicidade encontrar.
Quando o amor é pouco,
Tente, insista,
Jamais desista....
Antônio de Pádua Elias de Sousa
14/06/09
7 de setembro de 2011
"Felicidade"
FELICIDADE
A gente nasce pra ser feliz
Esta é a proposta desde a nossa raíz
E assim temos continuar
Pela felicidade procurar
E quando conseguir
Por quê não repartir?
A situação é tão simples de ser
Depende só de você mesmo, senão veja
Está em seu interior, no seu saber
Vá em frente, quer ser, então seja
A felicidade não tem tempo nem mesmo idade
É só transformar em realidade
Quando você souber aproveitar
A oportunidade que a vida lhe apresentar
Não está em ninguém
Mas é bom ter alguém
Pois o amor e paz só fazem o bem
À todos que os tem
E assim temos que continuar
Pela felicidade procurar
E quando conseguir
Por quê não repartir?
Antônio de Pádua Elias de Sousa
19/08/03
A gente nasce pra ser feliz
Esta é a proposta desde a nossa raíz
E assim temos continuar
Pela felicidade procurar
E quando conseguir
Por quê não repartir?
A situação é tão simples de ser
Depende só de você mesmo, senão veja
Está em seu interior, no seu saber
Vá em frente, quer ser, então seja
A felicidade não tem tempo nem mesmo idade
É só transformar em realidade
Quando você souber aproveitar
A oportunidade que a vida lhe apresentar
Não está em ninguém
Mas é bom ter alguém
Pois o amor e paz só fazem o bem
À todos que os tem
E assim temos que continuar
Pela felicidade procurar
E quando conseguir
Por quê não repartir?
Antônio de Pádua Elias de Sousa
19/08/03
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