"Apprendre à être humble,
achèter toujours la vérité
et ne vendre jamais votre sagesse,
l'honneur et la liberté."
"Aprenda a ser humilde,
compre sempre a verdade
e jamais venda a sua sabedoria,
honra e liberdade."
Antônio de Pádua
Republica do Congo - África
18 de outubro de 2010
4 de outubro de 2010
"Outubro, mês das missões"
MISSIONÁRIO
Senhor, fazei de mim um missionário
E abençoai-me nesta missão,
Seu servo na instrução,
Em um projeto diário,
De ajuda ao meu irmão.
Meu coração iluminai,
Minh’alma purificai,
Aumente assim a minha fé.
A sua palavra quero levar,
À todos que dela precisar.
Sem falso moralismo e hipocrisia
E sim com transparência e sabedoria.
Em águas mais profundas quero pescar
E quantos mais eu ensinar,
Dai-me a força de continuar.
Que ser sempre otimista eu possa,
Que eu doe mais do que receba,
Que agradeça mais do que peça,
Que eu encontre e mostre o caminho
E que eu nunca esteja sozinho.
Nesta missão de paz,
De espalhar a beleza do perdão e amor,
Quero que me faça capaz,
Diminuindo a tristeza e a dor,
Em um projeto diário,
Fazei de mim um missionário.
Antônio de Pádua Elias de Sousa
03/10/03
Senhor, fazei de mim um missionário
E abençoai-me nesta missão,
Seu servo na instrução,
Em um projeto diário,
De ajuda ao meu irmão.
Meu coração iluminai,
Minh’alma purificai,
Aumente assim a minha fé.
A sua palavra quero levar,
À todos que dela precisar.
Sem falso moralismo e hipocrisia
E sim com transparência e sabedoria.
Em águas mais profundas quero pescar
E quantos mais eu ensinar,
Dai-me a força de continuar.
Que ser sempre otimista eu possa,
Que eu doe mais do que receba,
Que agradeça mais do que peça,
Que eu encontre e mostre o caminho
E que eu nunca esteja sozinho.
Nesta missão de paz,
De espalhar a beleza do perdão e amor,
Quero que me faça capaz,
Diminuindo a tristeza e a dor,
Em um projeto diário,
Fazei de mim um missionário.
Antônio de Pádua Elias de Sousa
03/10/03
13 de setembro de 2010
"A arte de envelhecer"
A ARTE DE ENVELHECER
Em nossa vida há um constante aprender.
Desde crianças nós somos ensinados,
Sendo a arte de envelhecer,
O último dos aprendizados.
Muitos, tal ensinamento, reluta.
Creditam à própria idade seu conhecimento.
Tornando suas verdades como absolutas,
Estando aí, a maioria do erro no envelhecimento.
Necessitamos manter a humildade,
Para continuarmos aprendendo.
A experiência é um processo de continuidade,
De mente aberta colecionamos adendos.
Assim mantemos bons relacionamentos.
Sem nos tornar arrogantes, chatos e ranzinzas.
Fazendo do convívio, troca de experimentos
E prazer ao compartilhar as idas e vindas.
Amigos, filhos e netos,
Precisam sentir o contentamento.
Quando estiverem por perto,
Em simples conduta e comportamento.
A arte é um conjunto de regras ou tratado,
Requerendo, humildade, amor, paz e união
Envelhecer é ciência ao capacitado,
Para com habilidade atingirmos a perfeição.
Antônio de Pádua Elias de Sousa
13/09/10
Em nossa vida há um constante aprender.
Desde crianças nós somos ensinados,
Sendo a arte de envelhecer,
O último dos aprendizados.
Muitos, tal ensinamento, reluta.
Creditam à própria idade seu conhecimento.
Tornando suas verdades como absolutas,
Estando aí, a maioria do erro no envelhecimento.
Necessitamos manter a humildade,
Para continuarmos aprendendo.
A experiência é um processo de continuidade,
De mente aberta colecionamos adendos.
Assim mantemos bons relacionamentos.
Sem nos tornar arrogantes, chatos e ranzinzas.
Fazendo do convívio, troca de experimentos
E prazer ao compartilhar as idas e vindas.
Amigos, filhos e netos,
Precisam sentir o contentamento.
Quando estiverem por perto,
Em simples conduta e comportamento.
A arte é um conjunto de regras ou tratado,
Requerendo, humildade, amor, paz e união
Envelhecer é ciência ao capacitado,
Para com habilidade atingirmos a perfeição.
Antônio de Pádua Elias de Sousa
13/09/10
2 de setembro de 2010
"O Amor"
“O AMOR”
Ah! O amor, eis a questão!
Quando nasce, de onde vem,
sua forma, quanto tempo,
tem limite e para quem?
São diversos sentimentos.
Propriedade única dos humanos.
Mesmo palavra masculina,
sua origem é uterina.
Nasce do peito que amamenta,
no colo que acalenta.
Sendo firme, nas mãos que segura,
Demonstrando exemplo e ternura.
Espalha-se filial, fraternal e amigavelmente.
Somando-se e multiplicando-se.
Longo a cada um e a cada qual.
De formas diferentes, mas especial.
Renasce e intensifica, na união de corações.
Nunca comparável, se apenas genital.
Permitindo exageradas emoções.
Encontrando seu limite, a própria vida.
Ah! O amor...
Antônio de Pádua Elias de Sousa
29/09/08
Ah! O amor, eis a questão!
Quando nasce, de onde vem,
sua forma, quanto tempo,
tem limite e para quem?
São diversos sentimentos.
Propriedade única dos humanos.
Mesmo palavra masculina,
sua origem é uterina.
Nasce do peito que amamenta,
no colo que acalenta.
Sendo firme, nas mãos que segura,
Demonstrando exemplo e ternura.
Espalha-se filial, fraternal e amigavelmente.
Somando-se e multiplicando-se.
Longo a cada um e a cada qual.
De formas diferentes, mas especial.
Renasce e intensifica, na união de corações.
Nunca comparável, se apenas genital.
Permitindo exageradas emoções.
Encontrando seu limite, a própria vida.
Ah! O amor...
Antônio de Pádua Elias de Sousa
29/09/08
24 de agosto de 2010
"Jardim do Éden"
JARDIM DO ÉDEN
A história registra o inicio da terceirização,
Quando, o mundo, Deus criou.
Delegando-o a Eva e Adão,
E tudo que nele existia, lhes entregou.
“Vejam! Isso tudo agora é seu.
Ide crescei e multiplicai.
Apenas respeitem o espaço que é meu.
Das árvores da vida e conhecimento não aproximai”.
Mas a ambição é desmedida.
A curiosidade traiu a obediência.
Em uma ignorância descabida.
Hoje pagamos à penitência.
Herdeiros de um pecado original.
Buscamos ainda a terra prometida.
Mesmo após o crucifixo e a ceia pascal.
Nós filhos damos pouco valor a vida.
Continuamos incrédulos e plantando discórdia.
Esperando que o Pai tenha, de mãe, um coração.
Onde nos mostrará toda Sua misericórdia.
Disposto a nos entregar Seu perdão.
Obedeçamos Suas leis de tal maneira,
Quem sabe a todos concedem,
De encontrarmos a habitação primeira,
E voltarmos ao Jardim do Éden?
Antônio de Pádua Elias de Sousa
29/07/10
A história registra o inicio da terceirização,
Quando, o mundo, Deus criou.
Delegando-o a Eva e Adão,
E tudo que nele existia, lhes entregou.
“Vejam! Isso tudo agora é seu.
Ide crescei e multiplicai.
Apenas respeitem o espaço que é meu.
Das árvores da vida e conhecimento não aproximai”.
Mas a ambição é desmedida.
A curiosidade traiu a obediência.
Em uma ignorância descabida.
Hoje pagamos à penitência.
Herdeiros de um pecado original.
Buscamos ainda a terra prometida.
Mesmo após o crucifixo e a ceia pascal.
Nós filhos damos pouco valor a vida.
Continuamos incrédulos e plantando discórdia.
Esperando que o Pai tenha, de mãe, um coração.
Onde nos mostrará toda Sua misericórdia.
Disposto a nos entregar Seu perdão.
Obedeçamos Suas leis de tal maneira,
Quem sabe a todos concedem,
De encontrarmos a habitação primeira,
E voltarmos ao Jardim do Éden?
Antônio de Pádua Elias de Sousa
29/07/10
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