4 de fevereiro de 2014

"A arte de escrever"

“A arte de escrever”

Certo dia alguém me perguntou,
como faço para meus poemas criar?
Respondi que dependo do modo que estou
e assim tentei lhe explicar:

Tenho apenas duas fontes,
a primeira o fato real, o momento,
a segunda, fantasia aos montes,
e ambas movidas por sentimento.

Alguns vêm por acaso,
outros, simples reflexão.
É assim que extravaso,
a minha inspiração.

Portanto não existe segredo,
da vida é só tirar-lhe o véu,
ela nos conta o enredo,
e depois transportar pro papel.

Um dom tem seu início,
acredito que todos possam ter,
é uma questão de exercício,
a arte de escrever.



Antônio de Pádua Elias de Sousa
Formiga - MG
07/01/14  


2 de janeiro de 2014

"Poetizar"

“Poetizar”

Viver é primário,
em cotidiano habitual,
portanto, poetizar torna-se necessário,
para uma convivência ideal.

Do ser humano
o sonho é fonte de energia,
entra e sai ano,
ele busca a alegria.

Assim sendo, ninguém
tem o direito de frustrar,
o sonho de alguém,
cabendo apenas respeitar.

Hoje em dia nos falta paciência,
o que nos impõe o exercício da inteligência,
quando aprendemos poetizar,
nos torna simples o verbo amar.

“Viver é preciso”
poetizar é grandioso.


Antônio de Pádua Elias de Sousa
Formiga - MG

02/01/14   

24 de outubro de 2013

"Silêncio"


SILÊNCIO

Pisssssss...
Não precisas desta euforia.
Tão pouco deste alto som.
Podes ter alegria,
Com uma simples mudança de tom.

Acalme e cale-se.
“Não necessita de braveza,
Quando lhe basta a inteligência”!
Busque as resposta com clareza,
Exercitando a paciência.

Contenha-se em boa conduta....
Jogue fora a garrafa,
E destrua esta droga.
Pois isso é que lhe abafa,
O momento é de fazer roga!

Pisssssss...
Concentre-se e medite.
Ofereça os problemas seus.
Peça e acredite.
Apenas confie em Deus!

Sorria....
Mesmo acometido de doença,
Fortaleça a fé na crença.
Lembre-se daquele triste cenário,
Seus pecados ficaram no Monte Calvário.
 
Pense sozinho e em paz.
Não tem hora e nem lugar.
Essa voz é maior que um grito.
Pode humildemente rezar.
Este silêncio é bendito!

Pisssssss...

Antônio de Pádua Elias de Sousa
              11/01/10

8 de agosto de 2013

"Amar é um jogo"

Amar é um jogo

Amar é um jogo,
às vezes água, noutras vezes fogo,
o qual não basta querer,
é necessário saber.

Nele o franco se iguala ao forte,
vai requerer competência,
sem dispensar o fator sorte,
tendo o equilíbrio a benevolência.

Seu resultado jamais terá empate,
portanto não se deve ter embate,
sendo extremista no seu dever,
seus jogadores irão ganhar ou perder.

Sua essência é juntos jogar,
para o objetivo alcançar,
eliminando algo contrário,
sendo o único que não permite adversário.

É quando se cria a história,
na conquista uma glória,
na derrota a decepção,
transformada em desunião.

Quem de fora está não deve julgar,
mesmo sabendo jogar,
mantendo-se sempre imparcial,
pois outro jogo, nunca será igual.

Muito difícil seu aprendizado,
solicita de parceiro aliado,
devendo um ao outro compartilhar,
nas regras do jogo amar.

  
                                                       05/08/13
                                     Antônio de Pádua Elias de Sousa 
                                                           
                                                          

                                                          

14 de março de 2013

"Apenas um minuto"


APENAS UM MINUTO

  
O dia é grande ou é pequeno?
Depende do ponto de vista!
Com apenas um minuto, acontece a conquista...

Hoje eu tenho muito tempo,
Contudo, ele não é só meu,
Mas deixaria tudo, por apenas um minuto seu.

Se eu tivesse apenas um minuto,
Jamais o venderia,
E com certeza, a você o dedicaria.

Quero tudo fazer,
E quase  não posso fazer nada.
O certo é que estou com a hora errada.

O tempo passou e estou indo embora,
No entanto, consegui um minuto agora.
Aproveito-o para pedir a Deus o perdão.

Ah! Em apenas um minuto,
Grito ao mundo:
Tudo fiz por amor...

  
Antônio de Pádua Elias de Sousa
                     15/02/12