4 de março de 2010

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Roberto Carlos - 50 Anos de Música na OCA, Ibirapuera
bruno Principal Adicione o seu comentário

Começa depois de amanhã, dia 5 de março, a partir das 19:00 na OCA, a grande exposição “Roberto Carlos - 50 Anos de Música”, sobre a obra do artista mais popular do Brasil. Foi o próprio Roberto Carlos quem teve a idéia, em 2002, de fazer a mostra, que faz parte das comemorações de seus 50 anos de carreira, projeto que engloba diversas ações realizadas desde o ano passado.

A exposição ocupará o subsolo e três andares da OCA e passa em revista toda a carreira desse renomado artista, a partir da assinatura de seu primeiro contrato profissional, em 1959, até os dias de hoje.

Interessante que há poucos dias foi incluído aqui no Digitópolis, o e-Book “Cartas de um Menino Moço” de Antônio de Pádua Elias de Sousa, um romance justamente baseado em uma entrevista do rei Roberto Carlos, em um dos seus famosos shows de fim de ano, respondendo ao questionamento da reporter sobre cartas de amor, dizendo: -\”todas as cartas de amor, aos olhos de leigos, parecem ridículas\”!

O e-Book está à disposição no site. Já a exposição tem a seguinte programação:

ABERTURA: 5 DE MARÇO DE 2010

PERÍODO: De 05 de março até 9 de maio de 2010

LOCAL: OCA - Pavilhão Lucas Nogueira Garcez

ENDEREÇO: Av Pedro Alvares Cabral S/Nº - Portão 3 - Parque do Ibirapuera

HORÁRIOS: De terça a domingo de 10 às 21 horas

Abraços e até breve,

Bruno
50 anos de carreira, Antônio de Pádua Elias de Sousa, Cartas de um menino moço, download, e-book, Exposição, Ibirapuera, Oca, Roberto Carlos

2 de março de 2010

"INTRODUÇÃO - cartas de um Menino Moço"

À...
ou,
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e ainda,
PARA:...
Av. / Rua / Praça ... – Bairro...
Cidade:...- UF:...
CEP:...

As cartas são endereçadas aos destinatários, sendo de diversas formas, cores, tamanhos e objetivos.

DE:...
Av. / Rua / Praça ... – Bairro...
Cidade:...- UF:...
CEP:...

Identificadas e seladas pelos remetentes são enviadas pelos correios.

Era o início dos anos 80, quando e como milhares de fãs do Rei Roberto Carlos, eu aguardava sua apresentação regulamentar de finais de ano pela televisão. Logo começou o show e entre uma música e outra, ia me interagindo com suas melodias. Após cada intervalo comercial, quando retomava a apresentação, uma repórter o entrevistava. E foi numa destas entrevistas que o ouvi falar sobre cartas de amor. Sendo questionado a este respeito, ele a respondeu mais ou menos com as seguintes palavras:
_ “Todas as cartas de amor, aos olhos de leigos, podem parecer ridículas”.
Pude observar, momentaneamente, a emoção e ao mesmo tempo o espanto da repórter. Parecia que havia ficado sem entender o que ele queria dizer. Logo o Rei, o maior cantor romântico e mais respeitado do Brasil.
Mas todo Rei, é por natureza Majestade e sabiamente percebendo a situação, deu a ela uma explicação, com a habilidade que lhe é peculiar:
_ “Os conteúdos de cada uma destas cartas, somente dizem respeito e interessam ao seu remetente e destinatário, ou seja, a quem escreveu e a quem irá recebê-las, pois trata-se de coisa íntima e pessoal, fazendo sentido apenas aos personagens protagonistas de fato e de direito”.
Foi então que comecei realmente a pensar como isto era uma grande verdade. E apesar de, naquela época, já ter tido muitas namoradas, poucas vezes havia escrito para alguma delas. Talvez por timidez ou vergonha, ou nem mesmo saber o que escrever, ou ainda, poderiam outras pessoas pegar pra ler, iriam rir de mim? Mas se uma Majestade está dizendo em rede nacional, sem medo de cantá-las, por que não fazer também? Claro que sem a menor pretensão de me comparar com ele! Apenas de seguir um bom exemplo.
E depois da narrativa acima, comecei a pensar e me aventurei tanto na realidade como na ficção a tentar escrever um pouco mais. Na realidade as minhas namoradas passaram a receber mais cartas e na ficção vim amadurecendo, na mente uma estória, que venho lhes relatar a partir daqui.
Esta estória poderia fazer parte da minha, da sua ou mesmo a do próprio Rei, sendo qualquer semelhança real, uma simples coincidência. Poderia dar vida ao personagem desde a infância, criando várias situações cotidianas, mas vou pular etapas, dando a ele uma maior idade, já a partir da fase adulta.
Então, esta estória inicia se assim:

"INTRODUÇÃO - Meu Abcdário"

III- Introdução:


Resolvi em Julho/2002, escrever meu próprio ABCDário formulando assim algumas opiniões pessoais sobre o que colecionei durante meus então 42 anos de vida, o qual descrevo sob duas vertentes, uma otimista (salutar), a outra pessimista (insalubre).
E por quê sob duas óticas?
Simplesmente porque, tudo nesta vida tem sua contrapartida, senão vejamos:
Alegria e Tristeza
Amor e Ódio,
Aprender e Ensinar,
Bem e Mal,
Branco e Preto,
Céu e Inferno,
Dia e Noite,
Direito e Esquerdo,
Feio e Bonito,
Frente e Verso,
Homem e Mulher,
Justiça e Injustiça,
Liberdade e Prisão,
Par e Impar,
Sim e Não,
Vitória e Derrota
e
Exemplos e Etc...
Sem ser pretensioso e querer que estes acrósticos sejam um referencial para alguém, eu apenas externei meus conceitos sobre algumas palavras que considerava chaves para a conduta de uma vida simples e serena, seguindo alguns princípios básicos e morais de relacionamentos, onde se possa ter opção de qual caminho seguir.
É evidente que terei crítica, pois como disse antes, são opiniões subjetivas que deverão assim ser tratadas e compreendidas, que em momento algum, foram descritas como regra geral.
Poderia tentar trabalhar com mais de uma palavra (substantivo, adjetivo, verbo, etc...) de cada letra de nosso alfabeto, aqui peço desculpas às K, W e ao Y , que antes da reforma ortográfica não faziam parte do idioma português, mas escolhi apenas uma, àquela que no momento parecia ter melhor significado para expressar esta crônica.
As outras... Ah! As outras... São tantas, que não sei se daria conta.
E cheguei aqui: