14 de junho de 2010

50 Anos

50 ANOS

Pois é, meio século.
Branquearam meus cabelos e a barba.
Neste tempo aprendi muito e também ensinei algumas coisas.
E descobri ainda, que quase nada eu sei.
Arrependimento apenas das coisas que deixei de fazer, às outras valeram as experiências.
De uma forma ou de outra, aproveitei os erros e acertos.

Até aqui a vida me trouxe, daqui pra frente sou eu que vou levá-la!
Na verdade, tem um ditado que diz:
Você entra em uma mata somente até a metade dela, daí pra frente você já está saindo.
E como eu não pretendo viver 100 anos, há tempos já estou indo embora.
Mas espera aí, já enviei um e-mail ao seu Autor:
77 está ótimo, se for possível manter a sabedoria e saúde.
Ainda não recebi a resposta, mas é certo também de que quem cala consente!

Na minha declaração bens:
Uma supervisora, uma advogada, uma estudante do ensino médio, que falta pouco para definir a profissão, um acadêmico de engenharia, onde seus valores são imensuráveis.
Faltando braço pra abraçá-los, mas cabendo espaço no coração.
É claro que inclui nela, meus familiares e amigos.

Plantei muitas árvores e procurei proteger nosso habitat.
Na minha fé me criei e nela tentei evangelizar.
Assim rabisquei algumas palavras e escrevi alguns livros.
Agradeço a todos pela presença e a convivência.
Tenho muito mais a agradecer do que a pedir.
Logo:

Obrigado pelos 50 anos.

Amo vocês e que Deus lhes abençoe também, como fez a mim.


Antônio de Pádua Elias de Sousa.
14/06/10
Formiga - MG

10 de junho de 2010

"O Filho do Mundo"

O FILHO DO MUNDO

De mãos calejadas
E pés descalços.
Com a pele ressecada,
Por dificuldades e percalços.

Numa viagem bruta,
Vai abrindo espaço.
Seu trabalho é de muita luta,
Mas sem perder o passo.

Homem de poucas posses,
Sem ambição ao ter.
Bradando em altas vozes,
Sempre priorizando o ser.

Honra e verdade ao lado,
Simplicidade, fé, amor e paz,
Acrescentam seu legado.
Valores que não se desfaz.

Assim vai levando a vida,
Em pensamento poético.
As palavras lhe dão guarida,
No ensinamento profético.

Com sorriso curto e olhos tristes,
Boca anunciante e de olhar profundo.
Em seu caminho, tranquilo persiste.
Longe vai o filho do mundo.


Antônio de Pádua Elias de Sousa
07/05/10
Formiga – MG -

2 de junho de 2010

Histórias de Chiquinho Modesto

Histórias de Chiquinho Modesto poderia também ser intitulado de Nossa história contada por nossa gente, pois as narrativas tratadas neste livro me foram relatadas ou por mim presenciadas, que agora venho prestar uma singela homenagem a minha querida terra natal: Formiga - MG

01- O cowboy e as estudantes.
02- O bêbado e o delegado.
03- O bode e o par de botinas.
04- A fábrica de queijos.
05- A vaca dentro da barraca.
06- Bombinha na escola.
07- O menino e mendigo.
08- Peão de rodeio.
09- O alfaiate Jota.
10- Ladrão de bicicletas.
11- O coronel e o barbeiro.
12- Bom aluno.
13- Antenas para varas de pescar.
14- A avó e os passarinhos.
15- O galo motoqueiro.
16- O atirador Queixada.
17- Invasão no quartel.
18- O rico pobre.
19- O homem da linha do trem.
20- Craque do futebol.
21- Jogo do ano.
22- Passeio na fazenda.
23- Fujões matadores de aula.
24- A primeira namorada.
25- Confissão de criança até 16:00hs.
26- Jogo de truco.
27- O mentiroso.
28- A grande família.